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Tag: redes sociais

  • Ainda vale a pena ter um blog?

    Se você está lendo esta publicação é sinal que ainda vale a pena ter um blog.

    Tenho blog durante muitos anos e eventualmente se tornou um desafio manter um conteúdo escrito competindo com a evolução de outras plataformas, cada vez mais o usuário prefere conteúdos curtos e preferenciamente em vídeos explicativos, fora toda facilidade de mudança repentina de conteúdo em suas mãos.

    Recentemente fiz uma breve pesquisa sobre os blogs que existem hoje e me surpreendi que muitos ainda são atualizados semanalmente, obviamente devemos considerar que o público não é mais o mesmo mas ainda assim existe um nicho que o consome.

    Referênte a minha pesquisa percebi que os blogs em sua maioria estão segmentados da seguinte forma: Pessoais (alguns anônimos) onde existem relatos, pensamentos, histórias e reflexões; Blogs que são diários de viagens ou possuem um tema específico como culinária, temas relacionados a tecnologia ou aprendizado; Portifolios, ao qual funcionam para expor trabalhos de fotografia, design, programação e até mesmo como cartão de visita profissional; Blogs famosos onde o conteúdo se adaptou e misturou com as tendências já existentes nas redes sociais;

    Pelo que interpretei, o nicho consumidor de blog é aquele que gosta de ler e eventualmente escrever, são pessoas que não se adaptaram ao formato ou não gostaram dos conteúdos de redes sociais, e precisam do seu espaço para expor o seu conteúdo, algo com mais identidade e liberdade.

    Vale a pena ter seu próprio blog, seja para externalizar seus pensamentos, compartilhar experiências ou até mesmo construir sua identidade através do seu conteúdo. Acredito que aos poucos muitos estão cansados do conteúdo das redes sociais, ao qual está inundado por propagandas e conteúdos irrelevantes e aos poucos muitos irão buscar algo mais comum a seus interesses e sua própria identidade.

  • Detox Digital de Informações

    Considerando a alta velocidade e exposição que temos a diversos tipos de informações, podemos garantir que consumimos mais informações do que realmente necessitamos, existe assim uma saturação de temas aos quais somos bombardeados todos os dias, se não ocorre através das redes sociais, ocorrerá através das pessoas que eventualmente comentarão o que está acontecendo nelas.

    Quantas destas informações realmente estão nos benefíciando ou prejudicando? Será que ao momento de consumir um conteúdo desagradável nosso cérebro conseguirá discernir se aquilo é real ou se é apenas uma mídia sendo exibida em uma tela de celular? O discernimento não existe e naturalmente assimilamos aquilo como realidade, o mesmo ocorre para a produção de dopamina ao momento que vemos conteúdos satisfatórios.

    O impacto disso para ambos os lados é o aumento da ansiedade, medos, paranóias e dificuldades de concentração, além disso estaremos ocupando nosso tempo com temas que estão bem distantes da nossa realidade e que por ventura estaremos considerando próximo de nós.

    Não precisamos necessariamente nos excluir das tecnologias mas idealmente cada vez mais filtrar o que consumimos e entender que tipos de canais de informação devemos consumir, pois atualmente para que seja consumido um conteúdo relevante devemos navegar por milhares de nenhum valor. Assim utilizamos a tecnologia em prol do nosso desenvolvimento.